Triste Cabana (Geraldo Meirelles e Zé Claudino)

Cabana da beira da estrada tu és de noite e de dia
A mais fiel namorada do sol e das chuvas frias
Do sereno das madrugadas, dos astros e as estrela que bilha
E das noite enluarada que enche o sertão de alegria

Cabana, triste cabana, muito velha e abatida
Ao te ver neste abandono sinto minha alma ferida
No correr da minha vida deste abrigo ao meu sono
Por isso cabana querida ainda sou o teu dono

Cabana minha companheira agora chegamos ao fim
Vivemos junto a vida inteira e a partida suou para mim
Tenho os olhos rasos d´agua por deixar-te nesta solidão
Mas levo pra onde for teu vulto na imaginação