E as quatro horas os dois caixões foram
saindo, devagar foram sumindo na curva do cafezal
E Zé Claudino soluçava na janela, enquanto o sino da capela não cessava de tocar
E a taperinha lá na beira da estrada, hoje vive abandonada, já não tem mais morador
Esta casinha tão humilde e tão modesta, já foi um ninho de festa, hoje é um recanto de dor